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quarta-feira, 23 de março de 2011

Eu já entrei em estágio. E vocês?

Vá, afinem as vozes, faltam poucas horas



segunda-feira, 21 de março de 2011

sexta-feira, 18 de março de 2011

É desta que a Miss Complicações dá cabo de mim

Uma gaja chega e tem um banquete è espera. Duas garrafas de vinho já foram. Como é que vai acabar? Com a Miss Complicações nunca se sabe....

Para quem perde tempo a tentar saber quem é a Pipoca....

Não sabia que isso ocupava tanto tempo a algumas pessoas...cá está a resposta, não procurem mais.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Não sou nada egocêntrica, é o que vale.

Ainda sobre o post anterior

Citada no The Sun e por consequência com referência em tudo o que é site e jornal italiano e americano, tablóides e desportivos. Mas desta feita, a salva de palmas vai para o Globo que identifica a fonte devidamente. Ah, e o DN. Continuo sem um aumento no ordenado, mas pelo menos a notícia anda a correr o mundo. É divertido.

Dos meus 15 minutos de fama e de como o The Sun se portou mal comigo...

Entro na redacção e várias pessoas dizem ao mesmo tempo: "O The Sun cita-te!". O chefe anda a dizer a toda a gente entre gargalhadas. Ai, ai, que grande alarido. Perguntei se tal feito me dá direito a um aumento de ordenado, parece que não. Já agora, senhores do The Sun, uma vez que de uma entrevista minha, exclusiva, conseguiram fazer uma página catita no vosso tablóide, podiam ao menos em vez de só "told to a portuguese magazine" referir a fonte, não? É que eu faço isso, são as regras.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Também tenho dramas femininos ou pensavam que não?

Tenho que fazer a mala para 7 dias na neve. Não gosto de neve. Odeio neve.
Vou ter que andar metida num fato parecido com o do boneco da Michelin, muito sexy hein?
E usar gorro, uma estreia. Odeio gorros. Tenho a cabeça pequena, não me ficam bem.
E ténis e botas para neve? A sério? Que coisa bonita...
E tenho ainda que fazer caber na mala roupa para durante o dia e para a noite porque dizem que o hotel é um forno. E luvas que não se molhem. E o cabelo vai andar numa desgraça. Não gosto de neve. Não queria ir. E estou com gripe e não se mandam pessoas doentes para a neve. E nem pensem que me vão meter aquelas cenas nos pés, atirarem-me ribanceira abaixo e achar que eu lhe vou chamar desporto.
Sou uma pessoa do calor e se fosse para ir para o Brasil não tinha dramas em fazer a mala.

domingo, 9 de janeiro de 2011

A Sofia é uma das minhas bloguers favoritas, e não é à toa. Sem caír no cliché de dizer que isto podia ter sido escrito por mim, digo apenas que me deixaste "inquieta", e bem vou ouvir a Sia em repeat. Gosto de ti Sofia.

"Queria viver uma dessas histórias de contos de fadas contigo. Dessas em que o príncipe beija a princesa que está adormecida, ela acorda, vê-o, apaixona-se e são felizes para sempre. Mas na nossa história eu é que me apaixonei por ti, e tu continuas a dormir. E eu até já te beijei e tudo, mas não resultou como nas histórias de contos de fadas. Tu continuas a viver à tua maneira, sem te deixares apaixonar de uma maneira parva por mim. Sem que eu seja a primeira coisa no teu pensamento de manhã e a última no teu pensamento à noite, sem que eu te tire o apetite, sem que eu te faça largares a tua vida, irritantemente perfeita quando comparada com a confusão que é a minha, só para vires ter comigo porque precisas de me ver urgentemente, porque tens aquele sentimento de que, se não me vires já hoje, morres - aquele que eu tenho de vez em quando. Tu nunca precisas de me ver urgentemente, a tua vida continua irritantemente perfeita e tu nunca morres só porque não me vês. Mas eu morro, sabias? Eu morro, e depois renasço outra vez sempre que tu cravas os teus olhos de cor indefinida nos meus. E eu nem percebo porquê. Só sei que gostava mesmo de viver uma história contigo, diferente da que vivemos, porque nesta eu estou aqui no meu cavalo branco e já te beijei e tu nunca mais acordas. Eu salvei-te e tu nem deste por isso. Eu queria viver contigo uma história de conto de fadas."

Sobre o post anterior e os idiotas homofóbicos que o comentaram

Vamos começar por escalecer uma coisa: Este blogue é meu! Se não aceito algum comentário não tenho sequer que o justificar. Não aprovo comentários homofóbicos nem de gente estúpida e burra. O RUI e uns quantos anónimos deixaram aqui esse tipo de comentários e tiveram a lata de vir cobrar-me o facto de não os ter publicado. Num texto MEU, sobre uma pessoa que conhecia e cuja morte me chocou, uma pessoa que antes de ser cronista social era, tal como eu jornalista, não admito esse tipo de palavreado. A orientação sexual de cada um é para ser respeitada. NÃO ADMITO.
Caro Rui: "no entanto acho curioso que alguém que dedicou a sua vida a falar da vida pormiscua dos outros" - Morrer com uma pancada na cabeça e ser castrado de seguida é morrer de forma premíscua? Eu chamo-lhe monstruosa, não premíscua. Não estou a idolatrar o Carlos Castro como me acusa, comecei o texto a dizer que não interessava se gostava dele ou não. Aprenda a ler. - "Parasita inútil?" O Carlos trabalhou a vida toda, pagou impostos, nunca viveu às custas de ninguém. Conhece pelo menos o percurso dele como profissional? Você é um idiota. "Cada um tem o que procura!". Acha que ele procurou morrer desta maneira? Se um dia destes a sua mulher/namorada ou whatever lhe manda ácido às trombas vou achar-me no direito de dizer a mesma coisa. Vou dizer que você andava desertinho para levar com ácido nas fuças. Tenho vergonha, VERGONHA, de saber que existem pessoas como você.
Anónimos...
"Cá para mim, o Carlos Castro tentou realizar uma operação de mudança de sexo no quarto a frio! LOL!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Agora a culpa é do miúdo é? Então e o gayzinho mais velho que a troco de uma carreira quer é abusar?" - Começa por uma piada demasiado infantil e remata com o típico homofobismo que não admito. Se o matou sim, a culpa é do miúdo. Se se aproximou do Carlos e quis ter uma relação com ele não me parece que tenha sido abusado. O resto do comentário nem vou meter aqui. O senhor anónimo decidiu fazer uma lista de pessoas a quem chama de putas e de mariconços, e neste blogue não se aceita esse tipo de palavreado nem se alimentam homofóbicos. Entre pérolas de burrice disse ainda que a culpa é das "revistas nojentas que enchem as bancas". Eu trabalho numa revista de social. Isso faz de mim puta ou parasita social?

Ninguém me pode criticar de não aprovar comentários. O blogue é meu e nunca vos convidei para o lerem. Não são bem-vindos, voltem para a caverna onde nasceram.

sábado, 8 de janeiro de 2011

Sobre a morte de Carlos Castro

Não era amiga do Carlos Castro. Não almoçavamos nem jantavamos juntos. Na altura em que ele era cronista do 24horas e eu jornalista falámos muitas vezes ao telefone. Depois passou a "conhecido a quem posso ligar para confirmar isto ou aquilo" e "fonte próxima" para muitas das notícias que escrevi a partir daí. Era educado, entrava numa sala onde eu estivesse e vinha sempre dar dois beijinhos e trocar ideias. Era um senhor educado e um grande profissional. Não interessa se gostava dele. Não interessa se era ou não gay. Não interessa se o assumia publicamente ou não. Se ia às festas do croquete, se agia sempre de forma imparcial. Interessa que nenhum ser humano merece tere um fim como o que o Carlos teve.
Eram cinco da manhã, estava eu a vir de um trabalho, quando o meu telemóvel tocou. Era uma amiga que está no estrangeiro e amiga do Carlos. Disse-me que ele tinha sido assassinado pelo namorado em Nova Iorque. Na altura ainda não se sabia o pormenor da matulação. Chamemos-lhe assim, pormenor, por agora. Confesso que fiquei em choque e à espera que fosse mentira. Mudei o canal da tv para a SIC Notícias à espera das notícias das 06h00. Foi a notícia de abertura. Era verdade.
Ninguém merece morrer desta maneira, ninguém.
Enquanto não lhe podemos chamar "assassino", só nos é permitido após ser provado, o que não me parece que vá ser difícil, Renato Seabra é só "principal suspeito". Um miudeco de 21 anos que mata e mutila sexualmemente o companheiro. Conheço o Renato de vista, de desfiles, algumas festas e por ser uma cara constante na ModaLisboa. Tenhos conhecidos em comum, alguns amigos até.
Sempre tive a teoria de que estes miudecos se aproximam de pessoas como o Carlos, um gay muito mais velho com poder, conhecimentos e influência, para serem famosos. Vão às festas e acabam por conseguir que por eles sejam puxados cordelinhos. Neste caso foi o Renato que os puxou, passou o limite. Se queria ser famoso então conseguiu. Deixou todos em choque e matou friamente, com contornos demasiado horríveis para os quais não encontro um adjectivo, o homem que o estava a sustentar a vários níveis e que possivelmente gostava dele uma maneira que o Renato nem merecia. Nada, e não me venham falar de ciumes e amor, nada justifica um acto destes. E repito: ninguém merece morrer assim.
Descansa em paz Carlos.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Depois de andar no meio dos porcos e das vacas...hoje foi mais aviões.


Hoje passei a tarde no aeródromo de Tires. E a cabeça que me dói? E a esta hora voltei à redacção?!!!
Tenho fome, quero sair daqui! Vocês aí instalados no sofá de barriguinha cheia e eu aqui a definhar...

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Quando deres por ti...já foste(s)

Uma miúda vai com os amigos, já tarde e más horas na noite de passagem-de-ano, já depois de bebr mais do que a conta, para uma discoteca numa cidadezeca perdida atrás das pedras. Dias depois tropeça em fotos dela e dos amigos em situações que quem não os conhecer podem parecer "a cinco minutos do pecado", no site da tal dicotecazeca da cidade pequena onde o outro senhor mandou plantar um pinhal. E agora? Raclama-se com quem? Só tu Dona Pipoca. Bem pelo menos a maquilhagem ainda estava toda na cara e o vestido compostinho, curto, mas compostinho.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

E dizem por aí que eu vivo rodeada de glamour...

Amanhã vou fazer uma reportagem para o meio dos porcos e vacas, literalmente. E os Saltos Altos? Ops. É caso para dizer, trabalho de merda. Só a mim...

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

A fazer contas...

2008 não foi um ano simpático, foi caótico. 2009 foram só 365 dias que passaram. 2010 foi um bom ano. Conheci pessoas, países, conheci-me mais a mim. Não houve muitos sobressaltos, apesar de algumas perdas. Vem aí 2011 e eu que não gosto nada de números ímpares só espero que seja pelo menos tão sereno quanto 2010.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Eu que já saí de casa dos meus pais há 10 anos

Sei que quando no noticiário passam imagens das cheias ( e elas acontecem todos os anos),o meu telemóvel vai tocar e vou ter mais uma vez esta conversa:
Mãe Pipoca - Estás em casa?
Pipoca - Não, no trabalho.
Mãe Pipoca - Viste as notícias?
Pipoca - Sim, mas como sabes trabalho em Sintra, é alto, e vivo numa rua bastante acima da baixa...
Mãe Pipoca - Mas tem cuidado, olha que parece que isso para aí está feio.
Pipoca - Sabes que sei nadar, não te preocupes

Bem, depois a conversa vai para o que é que "comeste ao almoço" e que o "pai agora meteu na cabeça" uma outra mania qualquer. Ah, e "Vê se amanhã vens cedo a tempo de participar na sardinhada". Sim, eu quando vou a casa participo em sardinhadas :)

É sexta-feira e eu fico sempre com um sentido de solidariedade mais aguçado, ainda que a paciência dure pouco