quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Desafio 6 coisinhas aleatórias sobre a Pipoca

Dasafiada pela Kami cá vão seis coisas aleatórias sobre mim


E lanço o desafio aos seguintes bloguers:

Um gajo qualquer

Mophira

Pastilhoska de framboesa

Saltos Altos Vermelhos

Pensadora Javanesa

Viajantis

Regras:

1. linkar a pessoa que te indicou
2. escrever as regras do desafio
3. contar seis coisas aleatórias sobre si
4. passar a mais 6 vitimas
5. ir aos blogs das vitimas avisar que foram indicadas

6 coisas sobre mim:

1 - Não vivo sem música a adoro dançar ao som dos 80's
2 - Sou uma social drinker. Não bebo alcoól diariamente, mas em festas e saídas à noite ninguém me vê sem uma vodka com sumo de limão na mão
3 - Sou muito física. Ando sempre ao abracinhos e beijinhos às pessoas de quem gosto. Amo os meus amigos, poucos mas bons, e eles são a família que escolhi
4 - Não consigo disfarçar emoções, não sei mentir e não lido nada bem com cinísmo. Não faço fretes a ninguém e tenho pouca paciência para gente burra, para engatatões de meia leca e para qualquer homem que olhe para mim e veja um pedaço de carne em vez de uma Mulher
5 - Recuso-me a viver uma vida de aparências. Recuso-me a ser comodista e adoro correr atrás dos sonhos
6 - Actualmente vivo única e exclusivamente para o meu próprio umbigo, e está a saber-me tão bem...

Queriam uma apresentadora de TV ou uma palhaça?

A Pipoca foi a um casting em que pediam boa imagem e experiência em comunicação social, para apresentadora de um programa de tv que será uma espécie de "magazine de actualidade". Quanto à primeira exigência, não me cabe a mim avaliar, mas na segunda estava confortável. Lá fui eu às 09:30 para o hotel Tivoli Descobertas, cheia de sono, um bocado nervosa, mas confiante de que tudo iria correr bem. Pois, não era nada daquilo que estava à espera que me fosse acontecer num casting para apresentadora de tv.
3 pessoas com ar de extreminadores implacáveis - "Olhe para a câmara e diga o seu nome e idade"
Eu - Pipoca e idade
Eles - "Diga-me um nome de uma estrela da música qualquer mundialmente famosa"
Eu - Madonna?!?
Eles - "Ok, esteve a entrevistar a Madonna e vai olhar para a câmara e fazer um resumo da entrevista, como muito sentido de humor. 5, 4, 3, 2, 1,
Eu - Improviso completo, a falar rápido demais e com a plena noção disso, mas sem conseguir abrandar, comecei para lá a dizer uns quantos disparates sobre a Madonna (de quem nem gosto). As frases saíam sem que as conseguisse ordenar e sem tempo para ter sequer bem a noção do que estava a dizer. Entre os muitos disparates, dei por mim a dizer frases como: "Madonna confessou ainda que o polémico beijo a Britney Spears não foi uma estratégia de marketing, foi mesmo o calor do momento". What? Eu disse um disparate destes? Sim, disse. Este um mais uns quantos que tento nem me lembrar.
Esgotados os disparates sobre a Diva da POP, os três exterminadores implacáveis tinham uma "surpresa" para mim. Para ver a minha "capacidade de improviso", como se a cena anterior não o fosse já, disseram-me: "Imagine que está a fazer a cobertura da ModaLisboa e encontra a Michelle Obama. Simule uma entrevista. 5, 4, 3, 2, 1,
Pipoca: "Estamos em directo do Parque da Cidadela, em Cascais, no primeiro dia da 21ª edição da ModaLisboa que está a ser marcado pela surpresa da presença de Michelle Obama, acabada de chegar à Casa Branca. Michelle, o que está a achar dos desfiles, quais as criações que gostou mais até ao momento?"
SILÊNCIO
Ninguém respondia. Nem os três exterminadores implacáveis, nem o operador de câmara (o único com ar de simpático)
E eu fiquei ali...a ver o que me diziam. É que se era para simular uma entrevista, alguém podia fingir de Michelle não?
Continuei então a fazer perguntas à "Michelle" e a dar tempo para uma fingida resposta dela, a fazer expressões com a cara e a rezar para sair dali rápido.
Rematei o suposto directo com uma lamentável frase ("Michelle conhece as propostas de moda portuguesas, gosta particularmente da colecção de José António Tenente e a coqueluche do seu guarda-roupa são umas botas Ana Salazar". Mais uma vez, WHAT? A senhora nunca calçaria umas botas Ana Salazar e mais uma vez, a Pipoca só disse disparates.
Eles continuaram com cara de maus e eu perguntei se me podia ir embora.
Abandonei o hotel a toda a velocidade e ainda agora me pergunto: O casting era para apresentadora de um programa de tv ou para palhaça?
Não me voltam a apanhar a falar com amigos imaginários, não apanham messsmmmoooo!

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Porque hoje não me saía a música da cabeça...


















Mas tudo bem, antes a kiduxa da Aimme que uma Ana Malhoa qualquer. Gosto da Aimee, gosto muito. A garota veio a Portugal apenas duas vezes, e a Pipoca foi aos dois concertos. Não me venham dizer que a senhora é deprimente, porque ela tem músicas para além da Wise Up (do anúncio das pessoas com incapacidade física provocada por acidentes de viação, lembram-se?) Em palco a Aimme é muito simpática e as músicas acabam por descrever momentos da vida de todos nós.


SAVE ME - ouvir aqui!
You look like a perfect fit
For a girl in need of a tourniquet
But can you save me
Come on and save me
If you could save me
From the ranks of the freaks
Who suspect they could never love anyone
Cause I can tell
You know what it's like
The long farewell of the hunger strike
But can you save me
Come on and save me
If you could save me
From the ranks of the freaks
Who suspect they could never love anyone
You struck me dumb like radium
Like Peter Pan or Superman
You will come to save me
C'mon and save meIf you could save me
From the ranks of the freaks
Who suspect they could never love anyone
'Cept the freaksWho suspect they could never love anyone
But the freaks Who suspect they could never love anyone
C'mon and save me
Why don't you save me
If you could save me
From the ranks of the freaks
Who suspect they could never love anyone
Except the freaks
Who suspect they could never love anyone
Except the freaks who could never love anyone

E se um estranho...?

passar por vocês na discoteca e desatar a gritar: "Oh meus Deus, é a Claudia Schiffer!", não se entusiasmem. Afinal, só acabaram de passar por um bêbado...
Acontece-me cada uma!

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Que merd#a!!!!!!!!

Mesmo numa cidade grande como Lisboa, as probabilidades de darmos de caras com quem não queremos, com alguém que nos partiu o coração, são assustadoras...e num dia em que estamos sem maquilhagem, de cabelo apanhado e com uma cara de merda, as probabilidades são ainda maiores. Sinceramente, ninguém merece!

Insónia!! Grrr!!!

O que dava agora um jeito do caraças era conseguir adormecer. Sim, até porque amanhã a Pipoca levanta-se cedo, e até vai de viagem e essas coisas todas. Resultado: olheiras, olheiras e olheiras. Onde anda o raio do João Pestana?

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

As mulheres vão sempre juntas à casa de banho, mas não para falar de homens. De vocês, e de vocês na cama, falamos à hora do chá!

“Pois, elas vão sempre aos pares à casa de banho, deve ser aí que falam mal de nós”, assumem os homens qual teoria incontestável. Não meus queridos, conversamos de banalidades na fila, retocamos a maquilhagem, damos umas risadas da pirosa de saia rodada e cabelo apanhado que acabou de passar por nós e pouco mais. Não é na casa de banho que falamos de vocês, nem teríamos tempo.
Obviamente que vocês são o nosso tema de conversa de eleição (meninas, vamos admitir, sim são). E, falamos bem mais do que vocês julgam. Enquanto vocês ficam com o rótulo de gabarolas e gingões, nós temos um pacto de silêncio fingido. Passamos a vida a falar de sexo, contamos os pormenores todos e chamamos-vos nomes se acharmos que vocês também contaram. Porquê? Sei lá, sempre assim foi. Mas não é na casa de banho, acreditem.
Quem conta o quê?
Todas contamos quase tudo. O “quase” só aqui está pelas mais tímidas, pelas mais snobs e pelas mais “o meu namorado é perfeito, é tudo bom”, mas são poucas.
Simples rapazes, nós contamos tudo, com todos os pormenores. Não para fazer comparações, mas porque somos todas muito cúmplices e danadas para a conversa.
Os homens contam, mas resumem-se ao tamanho das mamas da “gaja” e onde o “fizeram”, mais uma vez, BÁSICOS.
Resultado: as nossas conversas sobre sexo duram horas, é tema inesgotável e tão, mas tão, divertido. As risadinhas que vocês nos proporcionam, depois das do prazer claro! Por isso quando alinharem em jantaradas com as amigas das vossas namoradas, ou amigas coloridas, não se esqueçam de que não se podem gabar de nada que não saibamos de antemão que já conseguiram fazer, e lembrem-se ainda de que sabemos quanto tempo aguentam, que desculpas já deram…TUDO!
O que sei “à pala” disso?
Eh eh eh! Confesso que na vez seguinte aos chás, em que encontro os namorados ou Objectos de Distracção das minhas amigas apetece-me rir. Um destes dias fui beber café com o casalinho X. Ele para mim: “Sei que a empresa não sobreviria a esta crise sem mim, tenho-me tornado imprescindível na gestão(…)”. “Um homem precisa de os ter bem grandes (falando dos seus tintins) para dizer isto ao chefe (…) blá blá. Sem querer, assim que ele disse que tinha que os ter bem grandes, lembrei-me do que sabia sobre os tintins dele a parti-me a rir, ele coitado não percebeu.
Sei que o namorado da Y faz depilação total, mas não é circuncidado. Também sei que o facto de fazer depilação total “lá em baixo” não tem a ver nem com modas, nem com higiene. Fá-la porque acha que assim “ela” fica mesmo maior.
Sei que há um rapaz neste mundo que não gosta de sexo oral. Sim, leram bem! Deve ser o único. “Opa, sempre que começo a descer, e assim que os beijinhos passam da zona do umbigo ele mete-me as mãos nos ombros e puxa-me alegando que me quer dar um beijo. Não percebo, ele a mim faz…”, contou-me Z enquanto me engasgava com mais um gole de cházinho de maçã e canela. Só consegui responder-lhe algo como “deve ser daqueles que acham que a boca que vai beijar os filhos dele um dia, não faz dessas merdas”
Orgasmo fingido – esta foi um homem que me contou, mas como tenho tanta cumplicidade com ele como com as minhas amigas, e ele tinha bebido…. “Pipoca, fingi um orgasmo ontem”. Como é que os homens fingem orgasmos e porque o fazem? Segundo o mesmo: “porque estava farto da gaja, arrependi-me assim que entrei com ela pela porta da minha casa, ela parecia uma múmia porque não se mexia e eu assim não ia chegar lá, ela não ia de maneira nenhuma, e eu esforcei-me (…) larguei uns sons e uns ai ai ai e em segundos estava na casa de banho, longe da vista dela, a tirar um preservativo vazio”. Ela disse-lhe que foi muito bom, o que ele sabe ser mentira, e ele jura que ela não deu por nada.
Homens - Com dedo ou sem dedo?
Gosto tanto de ver um grupo de amigalhaços a debater este tema. “Do meu só sai, nada entra!” e “Nem pensar, até porque tenho cócegas” são frases hilariantes que os “gandas homens” usam para fazer questão em que os amigos nem suspeitem que no íntimo e no momento de loucura entre quatro paredes, um dedito é simpático. Mas jamais o dirão em voz alta. Expliquem-me vocês porquê! Dos rapazes/homens que o permitiram (e que sei das conversas com as amigas) já os ouvia a todos negar, quando estão com os amigos. Deixem-se de tretas, não é por aí que a vossa masculinidade será afectada, ok?
Apenas um, e que admiro pela lata, disse uma vez em voz alta: “eu não gosto, mas se a ela lhe der prazer fazer-me isso, eu deixo”, quando na verdade o que se deve entender é: “Sim eu gosto, e então?”. Nada contra!
Estes são apenas alguns exemplos das coisas que ficamos a saber quando vamos lanchar com a amigas.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Números, votos e pudismos - resultado: Lembras-te dos nomes de todas as pessoas que beijaste na boca?

Como muitos de vocês repararam, lancei recentemente uma votação no blogue.

A pergunta: Conseguem lembrar-se do nome de todas as pessoas que já beijaram na boca?, foi o mote. Antes de analisar, à minha maneira, os resultados, explico como surgiu esta curiosidade. Num jantar com colegas de profissão, onde estava O Arrumadinho, lançou-se a discussão. Ao falarem dos meus posts sobre o “espanhol” alguns estranharam o facto de eu não me lembrar do nome dele. “Mas, beijaste-o na boca, como é que não te lembras do nome?” Caramba, eu tinha para aí uns 17 anos, foram só uns beijos (o que na idade da parvoíce acontecia com frequência, porque raio me iria lembrar do nome dele? )
Alguns dos presentes na mesa deram-me razão, outros não. Há quem diga que se lembra de todos os nomes das pessoas que beijaram, coisa em que não acredito.
Saber o nome das pessoas com quem dormi é fácil, até porque não foram assim tantos, mas dos homens que já beijei não faço ideia.
Nessa noite, enquanto O Arrumadinho foi para casa chocado com as “judiarias” que já fiz a alguns namorados depois dos fins de namoro, eu fui para casa chocada com o facto de ele ser um dos presentes no jantar que diz que se lembra de todos os nomes de pessoas que já beijou. Será mesmo possível? Ou beijaram poucas pessoas, ou têm uma memória do caraças, ou escreveram num livrinho. Eu nunca fui de fazer listas, em nada na vida.
Resultados: “Conseguem lembrar-se do nome de todas as pessoas que já beijaram na boca?
Não, óbvio que não! – 25%
Sim, até sei fazer a cronologia e pô-las por ordem alfabética – 46%
Só sei o nome das mais marcantes – 24%
Deixei de tentar memorizar, deixei de as tentar contar – 6%
Os números dão que pensar, e na análise da Pipoca, há aqui qualquer coisa que não bate certo. O “Sim, até sei fazer a cronologia e pô-las por ordem alfabética” ganha de forma esmagadora. Verdade, boa memória ou pudismo? Pouca gente assume que não as conseguiria contar, eu acredito. O nomes das mais marcantes reuniu 24%, o que também não estranho, parece-me razoável. A resposta que achava que ia ganhar, “Não, óbvio que não!” apenas reuniu 25% das respostas.
A idade dos 15 aos 20 é a idade de todas as loucuras, das paixões tão avassaladoras como curtas, das curtes no escuro da discoteca, dos beijinhos atrás do pavilhão A do liceu...conseguem mesmo lembrar-se dos nomes? Eu não acredito e acho que alguém anda com vergonha de assumir que teve uma adolescência feliz e normal. Fui só eu? O voto era anónimo, disseram mesmo a verdade?
Eu não me consigo lembrar de todos os nomes. Lembro-me de alguns nomes, sei as caras se as vir e nem sequer poderia avançar com um número de bocas que já beijei. Ou fui uma adolescente muito maluca, ou tenho memória selectiva.

domingo, 18 de janeiro de 2009

Resultado das buscas ao "espanhol" - Não o encontrei e...ainda bem?!


Lá fui eu na sábado à noite à tal terrinha nos arredores de Leiria, depois da minha paciente mãe me explicar, como GPS, como se ia para lá. Não encontrei o "Espanhol", mas segundo os meus amigos..."ainda bem".
Ao chegarmos à tal terrinha reparámos logo numa fila de carros estacionados que atravessava a aldeia e num banho de gente à porta de um salão. Só podia ser ali a tal festa, onde os The Peorth iam tocar.
Assim que entrámos, os meus amigos (os que estavam comigo no dia do reencontro) desataram a rir. Centenas de putos de 20 anos, bêbados. Casalinhos estranhos, cotas maltrapilhos e muitos copos de cerveja no chão. Depois de várias voltas ao espaço constatei que o "espanhol" não estava lá.
"Ele não está cá, despacha-te a beber a cerveja para irmos embora", dizia a minha amiga. "Já viste bem para que raio de é este?", "Está tudo a olhar pra nós", brincava ainda outro amigo de infância.
O Pinto, vocalista dos The Peorth, do alto do palco estranhou ver-nos ali e depois de algumas músicas dedicadas, já ninguém tirava os olhos de nós. "Espanhol", nem vê-lo. Segundo os meus amigos, eu não o ter encontrado ali é bom sinal. "Pá, ainda bem. É sinal que não se mistura muito com esta gente, viste as personagens que ali andavam? E a miúda que te perguntou de que marca era o teu casaco? Não acho normal", disse o meu amigo. "Esse "espanhol" subiu na minha consideração em não estar aqui, sítio onde prometo não voltar a pôr os pés", disse o outro-
Decidimos ir ao ART, mas nada. Nem em sítios chungas, nem nos chiques, nada.
As buscas acabaram...e não tiveram sucesso nenhum.
Mas sei que o vou voltar a ver, nem se seja daqui a 10 anos, como da última vez. Não será em Lloret, mas para aí num sítio qualquer, até lá, o capítulo "espanhol" fica encerrado.
Obrigada a todos os que torcerem por mim, para reencontrar o "espanhol", que 10 anos depois, ainda se lembrava de mim...e que desapareceu de novo, sem reixar rasto.