domingo, 3 de abril de 2011

Que comece a rambóia

Dos textos que vocês me mandaram, really. Vai começar a rambóia aqui no blogue.

sábado, 2 de abril de 2011

Tem mais jeito que eu, o meu pai "rula"

Jornal da Noite da TVI, o meu pai não faz a coisa por menos. O que eu já gozei com ele!!! Trata a camara por tu, ao contrário da filha. Boa papi, estás tramado comigo :)
Eu devia ter desconfiado que isto ia acontecer quando esta manhã a minha mãe me ligou a dizer que estavam lá uns jornalistas que diziam que eram do DN e que me conheciam...
Bem, agora a aldeia, que tinha lançadores de rockets e granadas escondidos na capela ficou famosa. Priceless :)

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Indecisa

Ou fui eu que virei púdica ou os meus vestidos encolheram...

quinta-feira, 31 de março de 2011

Rambóia! A casa é vossa :)

Queres escrever um post no blogue Dos Meus Saltos Altos? Queres? Muito? Mandem para o mail até domingo à tarde e eu publico. (ou todos ou logo se vê que quem manda aqui sou eu) E vocês perguntam: e porque é que eu ia querer um texto meu no teu blogue? E eu respondo: Porque sim, ora. Porque se a ideia foi minha é boa de certeza! Vá não se acanhem :)

Só vou postar disto até me ir embora #5


quarta-feira, 30 de março de 2011

Sempre em grande Pipoca...

Acabei de dar uma monumental barracada com um jogador de futebol do meu clube. Porra. Só espero que ele não tenha ouvido...

Acreditem, nem sempre é fácil desligar o botão

Sou jornalista. Não escrevo, estaticamente, sobre política nem economia. Nem tecnicamente sobre desporto ou crime. Escrevo sobre todas as áreas e pagam-me para escolher o enfoque emocional das notícias. Casamentos, divórcios, nascimentos, zangas, doenças, férias, cusquices, looks, moda. Os factos e as reacções emocionais que eles provocam. Já escrevi sobre amigos, notícias boas e más. Já escrevi sobre a morte de pessoas de quem gostava, outras que apenas admirava, outras que não me diziam absolutamente nada. Hoje escrevi sobre duas pessoas que não conheço, até porque são do outro lado do mundo. Uma história de tragédia, dor e luta. E, por falar em emoções, hoje, fui eu quem reagiu ao facto e escreveu a história de dois estranhos de lágrimas nos olhos. Não é fácil desligar o botão. Eu não sou um robot. E muitos dias levo as emoções para casa. E hoje levo as dores de pessoas que nem conheço.

terça-feira, 29 de março de 2011

Só vou postar disto até me ir embora #4

Paixão nada secreta

Marlon... deve ser por ser do Porto, carago! Bem, vai sair o DVD, que foi gravado no concerto para o quel ofereci aqui dois bilhetes. Prima??? Quando é o almoço de família? Entretanto "let's look at the trailler"

segunda-feira, 28 de março de 2011

Talvez um dia eu aprenda

Talvez com a idade eu aprenda. Que o facto de ser meticulosa na forma como trato os outros não significa que se sintam na obrigação de me manusearem com cuidado. Que pelo facto de ter sempre a preocupação, de ao falar, não lançar uma frase crua que não possa retirar, porque as palavras são como as pedras, uma vez atiradas nada a fazer, não quer dizer que as pessoas pensem duas vezes antes de me ferirem com elas. Talvez um dia aprenda que as pessoas que me magoam nunca conseguem medir em escala os danos que me causaram e deixe de esperar menos delas. Talvez eu aprenda, com a idade ou com a vida, que posso gostar sem dar tudo em troca de nada. Talvez um dia eu aprenda. Que afinal só posso contar comigo para lamber as próprias feridas ainda que causadas por outros, outros que nunca, conscientemente magoaria. Talvez aprenda que se as palavras ferem como punhais e se os punhais me são lançados deveria reagir aos berros em vez de lágrimas solitárias. Talvez eu aprenda a mostrar que estou furiosa em vez de tentar desvalorizar as acções dos outros. Um dia. Talvez eu aprenda um dia. Que o facto de eu viver aterrorizada em magoar alguém não significa que a pessoa(as) percam tempo a pensar se me vão magoar ou não. Talvez aprenda que afinal, cabe a mim recompor-me a não à(s) pessoa(s) que me magoou(aram) e tirar daí uma lição, perceber o que significa. Talvez eu aprenda, um dia, eu, que tento sempre meter remendos nos danos que causo e limpar as lágrimas que faço cair. Um dia. Um dia aprendo.