terça-feira, 16 de março de 2010

Chamem-me nomes à vontadinha


Já vos disse que a água nestas lagoas tem uma temperatura de 29 graus. É que já comi sopa mais fria. Já vos disse? Pronto, eu calo-me...

Sou uma mete nojo

Com um bronze do caraças, a recuperar do choque térmico e da diferença horária e já de volta ao trabalho, prometo contar as aventuras e partilhar fotos destes dias no Brasil e Cabo Verde. Entretanto babe-se lá com esta imagem...

sexta-feira, 5 de março de 2010

Xuxuzinhos do meu coração

Vou ali passar uma semaninha ao Brasil, de árduo trabalho, e já venho, sim?
Sejam uns bons meninos(as) na minha ausência e não apanhem muito frio.
Entretanto soube que vou andar por Jericoacoara numa jangada a atravessar rios com jacarés às 3 da manhã e vou àquela disco de Forteleza, Pirata, onde "acimentaram" os tugas há uns anos, isto promete.
Não sei se vou conseguir vir ao blogue durante a tryp, logo se vê.
Não morram de saudades minhas.
Adios.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Não te invejo ò Madonna

O Jusus da Madonna já chegou a Portugal. No aeroporto, não fosse o aparato à volta do rapaz e ninguém daria por ele. Baixote e sem graça. É caso para dizer que as fotografias conseguem mesmo dar brilho a algumas pessoas. Ao vivo e a cores são só comuns mortais, sem ponta por onde se lhe pegue...mas pronto, para bengala não está mal.

Os brasileiros é que sabem!!!

A passear pelo facebook na aplicação das frases Nicola saiu-me a seguinte: "Um dia destes levo-te para o elevador e carrego no stop" Publiquei e escrevi de seguida: "O pior é convencê-lo a entrar no elevador".
Comentário de amiga brasileira: Menina aqui em Portugal é muito difícil. É preciso beber 25 cafés e ir 30 vezes ao cinema até chegar à fase de entrar no elevador. Os homens portugueses são muito complicados. Bonitinhos, mas complicados...
Pipoca: A quem o dizes, uma trabalheira.
Amiga Brasileira: Vai mas é no Brasil, é tudo mais fácil.
Pipoca: Vou daqui a dias.
Amiga Brasileira: Carrega no stop todas as vezes que puder, nem tem que beber café antes. Aproveita...

Eles é que sabem levar a vida na boa...

Crazy in Love - melhor que o original



Gosto tanto destes gajos...

quarta-feira, 3 de março de 2010

O Meu Pior Encontro, by S* - A Rúbrica

"O meu encontro mais horroroso teve lugar há uns meses atrás.
Solteira e boa rapariga, aceitei sair com um conhecido meu. Não estava interessada nele, apesar de desfrutar da sua companhia. Era bom homem, mas não mexia comigo. Depois de cinco recusas, lá aceitei sair com ele.
Não gostei. O homem passou a noite toda a dizer que, brevemente, seríamos namorados. Disse-lhe, cara a cara, que não estava interessada mas nem isso pareceu demove-lo. Não gosto de me sentir pressionada. Detesto que me dêem a mão ou me abracem se não estou interessada.
Durante um passeio à beira-mar (à noite, que ideia esperta!) esteve-me a contar a história das suas relações passadas. Por si só, tal atitude já era desnecessária. Não consegui perceber a relevância de me fazer o historial. O pior é que todas (repito t-o-d-a-s) as anteriores namoradas eram interesseiras. Todas elas queriam aproveitar-se do facto de ser doutorado. Todas as ex namoradas eram umas cabras interesseiras que queriam viver às suas custas.
Ora bem, acho que não estava a sair com o príncipe William (esse sim, um bênção) por isso não consigo perceber como raio o pobre homem teve o azar de só sair com mulheres interesseiras. Parvoíce, é o que é. É inconcebível que se diga mal das anteriores namoradas somente para dizer mal.

Ah, falta acrescentar que não aceitei que me pagasse um café. 50 cêntimos. Não fosse ele achar que eu era interesseira..."

www.asminhaspequenascoisas.blogspot.com

Façam um visita à S*, ela bem merece.

Faltam 4 dias...

...para passar uma semana a acordar com 30 graus e a alimentar-me a caipirinhas.

terça-feira, 2 de março de 2010

A propósito do post anterior

Quero desde já agradecer a todas as pessoas que deixaram um comentário a elogiar o blogue e a dizer que não me querem perder o rasto. Não sei se vou acabar ou não com o blogue, ainda não decidi o que fazer. Logo se vê.
Quanto às mudanças na minha vida, não estou a falar de nenhum divórcio. O assinar de um "fracasso" tratou-se de uma escritura de uma casa, para me libertar do passado, um passado quase terminou há quase dois anos. Não estou a sofrer de maneira nenhuma, pelo contrário. Sinto-me mais leve.
Fiquei esmagada, pela positiva, pelo número de e- mails que estou a receber. Estou sem palavras. A todos, obrigada.
Enquanto decido o que fazer com o blogue, vou continuar por aqui. A escrever e a ler-vos.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Sexta foi o dia.

Na sexta-feira tomei uma data de decisões. A quente. Saí do notário, onde tive que assinar a tinta o fracasso de seis anos de vida, e senti que era tempo de dar uma volta à vida. Saí de lá muito mais leve, cortou-se a última amarra. Após de ver completamente desligada do passado, fui sentar-me numa esplanada a fumar um cigarro. Dei por mim imóvel. Acendi outro cigarro e liguei o mp3. Enquanto o frio da rua me ia arrefecendo o corpo, refresquei a cabeça. "Vou mudar tudo outra vez", disse para mim mesma. Peguei o no telemóvel, mandei uma mensagem de corte, apaguei números, apaguei pessoas. Fiquei mais meia hora na esplanada, até estar certa do que queria fazer.
Cheguei a casa e comecei a montar caixotes.
Deitei fora 13 pares de sapatos (fora não, vou dar tudo para caridade), 4 vestidos, um sem número de tops, casacos, relógios, e por aí adiante.Decidi que vou mudar de casa, é desta que vou viver para o centro de Lisboa e não quero levar nada do passado comigo. Quem é mulher sabe que há muitas peças com uma história,um espisódio, marcadas por encontros, celebrações, emoções que já não queremos na nossa vida, que não fazem sentido.
Agora resta-me decidir o que fazer a este blogue. Não se sinto livre num espaço que deveria ser meu. Há meses que não me sinto livre para escrever o que me apetecer sem pensar duas vezes. Há pessoas que não me interessam que o visitam com a pior das intenções. Pessoas frustradas, inseguras, com vidas de merda, que por aqui andam à socapa e deixam comentários anónimos do mais infantil e ressabiado que possam imaginar.
Se decidir fechar o blogue não é por elas, é por mim.
Confesso que tenho alguma pena, porque sei que este espaço tem muitos seguidores e uma média de visitas considerável. E há pessoas (e são muitas, felizmente) que o visitam desde sempre e com quem já criei (mesmo sem uma cara) uma relação muito especial.