quarta-feira, 28 de março de 2012

"These vagabond shoes, Are longing to stray, Right through the very heart of it New York, New York"

Presente do namorado. Sim, tenho o melhor namorado do mundo! Nunca mais chega dia 25?

terça-feira, 27 de março de 2012

Tropecei nisto e lembrei-me...vai voltar a acontecer...

  1. Na primeira vez que vieram a Portugal (vem aí a segunda) tocaram também os Muse (uma das bandas favoritas da Miss Complicações). Depois de umas quantas paragens pelas bancas do Brasil, onde matei saudades de algumas pessoas que tive o prazer de conhecer quando lá estive) e de beber umas caipirinhas, eu e a Miss fomos para o best seat da Vodafone para assistir aos concertos. A cerveja lá é também de borla. Nos Muse tudo bem, agora quando os Snow Patrol começaram a tocar esta música, toda eu me desfiz em lágrimas. Era a Miss a rir-se da minha figura e o Arrumadinho, que também lá andava, a achar que eu estava a chorar por um motivo específico, mas na verdade eu estava a chorar por outro. Parecia um filme de malucos. E foi assim que aconteceu. E este ano quero vê-los outra vez, e sei que vai ser outro filme de baba e ranho e lágrimas e tudo e tudo.

"Não Podemos Ter a Certeza de Nada "

"Somos todos iguais na fragilidade com que percebemos que temos um corpo e ilusões. As ambições que demorámos anos a acreditar que alcançávamos, a pouco e pouco, a pouco e pouco, não são nada quando vistas de uma perspectiva apenas ligeiramente diferente. Daqui, de onde estou, tudo me parece muito diferente da maneira como esse tudo é visto daí, de onde estás. Depois, há os olhos que estão ainda mais longe dos teus e dos meus. Para esses olhos, esse tudo é nada. Ou esse tudo é ainda mais tudo. Ou esse tudo é mil coisas vezes mil coisas que nos são impossíveis de compreender, apreender, porque só temos uma única vida.
— Porquê, pai?
— Não sei. Mas creio que é assim. Só temos uma única vida. E foi-nos dado um corpo sem respostas. E, para nos defendermos dessa indefinição, transformámos as certezas que construímos na nossa própria biologia. Fomos e somos capazes de acreditar que a nossa existência dependia delas e que não seríamos capazes de continuar sem elas. Aquilo em que queremos acreditar corre no nosso sangue, é o nosso sangue. Mas, em consciência absoluta, não podemos ter a certeza de nada. Nem de nada de nada, nem de nada de nada de nada. Assim, repetido até nos sentirmos ridículos. E sentimo-nos ridículos muitas vezes e, em cada uma delas, a única razão desse ridículo é não conseguirmos expulsar da nossa biologia, do nosso sangue, dos nossos órgãos, essas certezas injustificadas, ou justificadas por palavras sempre incompletas. Mas é bom que seja assim. Porque podemos continuar e, enquanto continuamos, continuamos. Estamos vivos. Ou acreditamos que estamos vivos, o que é, talvez, a mesma coisa.
— Porquê, pai?
— Porque o amor, filho."

José Luís Peixoto, in 'Abraço'

segunda-feira, 26 de março de 2012

Coisas estranhas que vocês não precisam saber sobre mim # 2

A jogar playstation faço esta figura. Não consigo jogar só com os botões, tem que ser com o corpo todo. Ficam sempre a doer-me dedos no fim da força que faço...

quinta-feira, 22 de março de 2012

Coisas estranhas que vocês não precisam saber sobre mim # 1

O meu segundo nome é La. Chique ou pais doidos, eis a questão...

É ver as coisas pela positiva


De repente toda a gente acha que sou boa pessoa. É telefonemas e mensagens de pessoas com quem não tenho grande confiança a desejar-me as melhoras - lado positivo: tenho vida social.
A A. diz que passa por aqui mais logo e me traz uns "miminhos" - lado positivo: doces de borla.
Apetece-me Mac mas tenho preguiça de ir à rua - lado positivo: não como porcarias.
Levanto-me rápido e fico a ver tudo andar à roda - lado positivo: moca sem gastar um tostão.
O namorado não se pode andar a queixar ao pé de mim, porque fui eu quem foi diagnosticada com exaustão - lado positivo: posso ser piegas à vontade.
A Fox é a minha companhia - lado positivo: ela não se queixa se adormecer a meio de uma cena.

segunda-feira, 19 de março de 2012

O mundo às avessas...

O prémio nobel da paz o quê?

Diagnóstico: exaustão

E paguei uma batelada de dinheiro para ir às urgências para o médico chegar à conclusão de uma coisa que eu já sabia - apresento sintomas de exaustão. A dor num ouvido que teima em não passar, a febre que o corpo não combate e o facto de andar a dormir mal afinal devem-se ao cansaço. Levei uma pica no rabiosque e vim para casa com uma palavra pesada. Exaustão.
(Ir sozinha ao hospital, apesar de não ter sido uma estreia, é triste. Não tinha ninguém para fazer piadas sobre o diagnóstico)

quinta-feira, 15 de março de 2012

quarta-feira, 14 de março de 2012