Volta e meia vou ver no arquivo do blogue o que escrevi na mesma data em anos anteriores. E há dias que juro, nesse dia, alterava a data e mantinha o texto.
Então aquela menina da casa dos degredos, a que percebe imenso de geografia, fez xixi na cama e vocês não me contam? É que eu costumo saber estas coscuvelhices pela blogosfera, pá.
para ver, pela terceira vez, os Smashing Pumkins. E quando tocarem aquela, aquela música, vou fechar os olhos, deixar as imagens fotografadas na memória correrem, serem livres. E dou-te um beijo, remato a música com um beijo. Falta muito?
Dói-me um ouvido. Chove a potes lá fora. Está frio pra caraças. Trabalhei na tarde do feriado. Hoje pagava para ter ficado na cama. E assim de repente é tudo. Tenho uma vida desinteressante.
Uma pessoa tem a certeza de que teve um dia de merda quando a coisa mais excitante que lhe aconteceu foi ver um tractor da câmara a despejar uma fossa, certo?
Obrigada a todos os que têm passado por cá. Eu já estava a contar 4, mas a Vanita fez melhor as contas que eu. Preciso de férias e de descansar a cabecinha...
É sempre em cima dos meus saltos altos que olho para o mundo. Se nem sempre as coisas são à minha maneira, se nem sempre vejo o que quero, ao menos que esteja mais alta. Tento olhar altiva, com uma postura hiper-feminina. O som dos saltos enquanto caminho obrigam o mundo a olhar para mim e a rodar a cabeça enquanto passo... Mas de saltos altos também é mais fácil cair...