quinta-feira, 20 de junho de 2013

Isto de ler homens a falar assim de Amor é coisa para me deixar com uma lágrima no olho

O ator Brad Pitt revelou ontem que a sua relação com Angelina Jolie esteve à beira da rutura e que só conseguiu recuperar a sua mulher com muitos mimos, flores, beijos e elogios.
Num texto publicado na revista americana “Identity Magazine”, sob o título “Um Segredo de Amor”, escreve Pitt:




“A minha mulher adoeceu. Estava constantemente nervosa por causa dos seus problemas no trabalho, vida pessoal e das suas falhas e problemas com os nossos filhos. Perdeu cerca de 13 quilos e pesava pouco mais de 40 quilos aos 35 anos. Ficou demasiado magra e chorava constantemente. Não era uma mulher feliz. Tinha dores de cabeça constantes, dores no peito e tensão muscular nas costas. Não dormia bem, adormecia somente de madrugada e cansava-se muito durante o dia. A nossa relação estava à beira da rutura. A sua beleza começava a abandoná-la. Tinha papos debaixo dos olhos, andava sempre desgrenhada e parou completamente de cuidar de si. Recusava trabalhar no cinema e rejeitou vários papéis. Perdi a esperança e pensava que nos divorciaríamos em breve…
Foi então que decidi tomar algumas medidas. Afinal, eu tenho a mulher mais bonita do mundo. Ela é a mulher ideal para metade dos homens e mulheres do planeta e eu era o único a ter o privilégio de adormecer ao seu lado e de poder abraçá-la. Comecei a mimá-la com flores, beijos e muitos elogios.
Surpreendia-a e tentava agradá-la em todos os momentos. Enchi-a de presentes e comecei a viver apenas para ela. Só falava em público a seu respeito e relacionava todos os assuntos com ela, de alguma forma. Elogiei-a a sós e em frente a todos os nossos amigos.
Podem não acreditar, mas ela começou a renascer, a florescer… Tornou-se ainda melhor do que era antes. Ganhou peso, deixou de andar nervosa e ama-me ainda mais do que antes. Eu nem sabia que ela podia amar tão intensamente. E então percebi: ‘A mulher é o reflexo do seu homem’”.

"Sou um eterno apaixonado pela vida e mantenho com ela uma grande história de amor.”

“A sensibilidade seduz-me. A aventura apaixona-me. Sou mais do tipo de beijar sem aviso do que de pedir um beijo. Tenho alguma dificuldade em entender o egoísmo e sou fã do amor. Amo amar, como detesto mentir. Troco facilmente uma palavra por um olhar ou um sorriso. Prefiro a gargalhada de uma criança à de um engraçadinho sem qualquer graça. Adoro entrar sem convite nas festas dos amigos dos meus amigos. Escrevo porque descubro através da escrita muito mais sobre quem sou. Não sei como serei amanhã, mas sei que hoje vou seguramente continuar a ser assim. Nada a fazer. Sou um eterno apaixonado pela vida e mantenho com ela uma grande história de amor.”

José Micard Teixeira

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Eu vou tentando acreditar...


“Há um tempo para amar e outro para ser amado, da mesma maneira que há um tempo para falar de amor e outro para dizer que se ama. Tudo acontece numa sequência natural traçada pela própria vida. Tudo conspira entre si para que o amor faça parte dessa mesma vida. Apenas o medo faz com que as pessoas prefiram ser amadas do que amar, assim como falar de amor do que dizer que amam. São poucas as que falam uma linguagem diferente desta. Para a maior parte, falar de afectos é como revelar um segredo de si mesmas. É exporem-se sem volta possível. É falarem do que de mais frágil as identifica. Felizmente para outras, falar de amor é uma consequência natural de não terem medo de poder vir a amar. É dizerem que amar e ser amado é melhor do que só ser amado. É acreditarem que sem amor nada faz sentido, nem mesmo a ausência do próprio amor. É ousarem falar de amor mesmo sem nunca se terem apaixonado.”

José Micard Teixeira

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Recado a Deus

Caso existas, um dia quando nos encontrarmos vais ter que implorar pelo meu perdão.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Defeito

“Tenho amor incondicional pelas pessoas que entram em minha vida e sinceramente, não sei o quanto isso é bom nos dias actuais. Talvez esse seja meu pior defeito.” 
―Cazuza

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Provocação/Reacção - Trabalho de um fotógrafo americano. Polémico, mas eu percebo o propósito.

Um fotógrafo decidiu captar a reacção de crianças após lhe tirar um chupa-chupa que lhe tinha dado. As fotos são magnificas. Um bocadinho cruel, mas espelham o perda. 

"Jill Greenberg “The Manipulator” is one of the more popular photographers of her era, however she is also one of the most controversial ones too. Her exhibit, called End Times, shows photos of various kids crying as if something terrible had happened. The pieces were titled to reflect Greenberg’s frustration with the government and Christian Fundamentalism in the United States.
How does she get these shots, you might ask? One photography enthusiast revealed photographer’s rather cruel way of making her models cry – Greenberg gives them lollipop and then quickly takes it away. Once people realized this, many condemned her for such methods. Others, however, say that kids cry all the time, and there’s no harm in it."





terça-feira, 28 de maio de 2013

O maior pontapé que podes levar na vida.

Não é não saberes como vais pagar a casa este mês nem sequer não fazeres ideia de como vai ser o amanhã. Não é tentares desenhar em esquiços um futuro que te foge a cada passo que dás em frente, quer corras quer vás devagar. Não é teres a responsabilidade de toda a tua vida nas costas sem margem para erro. Não é a impotência de não poderes controlar o tempo. Não é não te lembrares a que sabe um beijo ou nem querer chegares a casa e teres que lidar com o peso do silêncio. Não é, ouve o que te digo, ou lê o que te escrevo: o maior pontapé que podes levar da própria vida, não é teres que engolir que foste fraco. Que não lutaste o que podias. Que não deste tudo, que falhaste, que tentaste, porque pelo menos tentaste. Não é que escolheste um ou outro caminho e que muitas vezes podes ter ido pelo mais fácil ou pelo mais errado. Não é que que escondeste ou que te deste cedo demais. Não é ouvir que não és amada por quem amas. Não é teres que começar sempre tudo de novo. Não é teres que fazer sozinha o que uma família devia ter feito contigo. Não é teres que aprender a perdoar a quem te fez o imperdoável. Não é teres que te reconstruir  a cada vez que a vida te atira ao chão. Não é teres que te esquecer da tua infância miserável e aprenderes a admirar as gargalhadas das outras crianças. Não é roubarem-te uma vida na qual apostaste tudo. Não é sequer teres que aprender a lidar com uma traição. Atenta: o maior pontapé que podes levar na vida vai-te directo ao coração. É um coice nas entranhas. O maior pontapé que podes levar na vida é quando te dizem que apesar de tudo, e o tudo deixou-te vazia de tudo o que tinhas para dar sem reservas, que apesar de tudo não bastas. Que tudo o que és não basta. Que tudo o que és e que faz de ti uma pessoa única, porque todos somos únicos pelo que somos por dentro, não é o que é preciso para fazer a pessoa que mais amas no mundo amar-te na mesma medida. É este coice no coração, este esventrar de entranhas, que é o maior pontapé que podes levar na vida.

segunda-feira, 27 de maio de 2013