segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Detesto,a sério, detesto.
Quando as pessoas começam a ser demasiado previsíveis, pela parte negativa. Detesto.
sábado, 26 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Pessoal do Porto/Gaia. Alguém?
Restaurantes giros com sol (se o houver) para almoçar amanhã? Ali na zona da Madalena. Que recomendam?
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Isto hoje está bonito, está está...
Saio da cama às seis da manhã e às oito estava a ter um daqueles dejá vú "eu devia mesmo ter um subsídio de risco".
A seguir ao almoço fiquei com sono e quando achava que ia adormecer...
... dei por conta de ter rebentado uma caneta nas mãos, e de que já tinha passado as mãos na cara.
Só a mim...
A seguir ao almoço fiquei com sono e quando achava que ia adormecer...
... dei por conta de ter rebentado uma caneta nas mãos, e de que já tinha passado as mãos na cara.
Só a mim...
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Olha Katie Perry, soubesse eu que ias ao finalmente
E tinha-te pedido para me trazeres o anel que a Déborah Cristal me sacou há uns meses. É que era um dos meus preferidos.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Dos "movimentos" e do "povo" que parece que se fartou
12 de Março de 2011 - Um milhão de pessoas na Avenida da Liberdade pela demissão de toda a classe política
Até percebo que estejamos todos fartos deste governo e de algumas das suas medidas, mas ir entupir a cidade vai ter apenas consequências para o dito "povo". Por outro lado ficar de braços cruzados nunca deu nada a ninguém, bem sei.
Até percebo que estejamos todos fartos deste governo e de algumas das suas medidas, mas ir entupir a cidade vai ter apenas consequências para o dito "povo". Por outro lado ficar de braços cruzados nunca deu nada a ninguém, bem sei.
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Um misto de embaraço e felicidade...
...quando entrou o estafeta na redacção com aquelas rosas todas na minha direcção. Obrigada. Adoro-te.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
O lugar mais solitário do mundo.

Centenas cruzam-se por lá, uns apressados outros numa espera que se torna longa. Palco de lágrimas de despedida, abraços fortes. Palco de correrias para os braços de quem volta. Aeroportos. Criei uma aversão a aeroportos.
Passo lá muitos dias. Uns dias à espera de ver alguém partir, outros à espera de quem chega, na sua maioria estranhos para mim. Muitos de vocês não se apercebem da profundidade das despedidas, de quem não conhecem, juntos às partidas, até porque vocês mesmos estão de partida e com pressa. Eu passo lá horas, sem partir. Conto as famílias que se separam, os namorados que vão "morrer" de saudades. Vejo as lágrimas das mães dos filhos que vão para longe e ouço as juras de amor eterno dos amantes. Apercebo-me da profundidade das relações entre pessoas que me são estranhas.
Nas chegadas vejo as correrias. Os sorrisos assim que se avista quem os espera. As crianças no sentido contrário a quem chega para alcançarem os braços dos pais. Os namorados com flores, as namoradas saudosas. Os abraços, os beijos. O saltar para o colo. E os abraços outra vez, e mais beijos. E as silhuetas lado a lado, unidas pelas mãos, a abandonarem o que para mim é o lugar mais solitário do mundo.
Não sei quantas vezes já viajei. Já foram bastantes. Poucas comparadas às horas que passo em aeroportos a ver os outros irem e virem. Mas sei que mergulho por momentos na solidão. Eu e os aeroportos. Talvez esta aversão tenha a ver com o facto de nunca ninguém se ter ido despedir de mim ao aeroporto, ou sequer levar-me. Ou porque nunca ninguém me esperou à chegada. Nunca tive as despedidas, nem as juras de amor eterno, nem ninguém a "morrer" de saudades, ou uma mãe saudosa antes de eu partir. E nunca à chegada correrias, nem um colo para onde saltar, nem flores, nem saudades, nem abraços. Nunca ninguém à espera. Eu e os aeroportos. O lugar mais solitário do mundo. Aeroportos. É a minha silhueta sozinha a abandonar o palco dos abraços e beijos e correrias dos outros.
Passo lá muitos dias. Uns dias à espera de ver alguém partir, outros à espera de quem chega, na sua maioria estranhos para mim. Muitos de vocês não se apercebem da profundidade das despedidas, de quem não conhecem, juntos às partidas, até porque vocês mesmos estão de partida e com pressa. Eu passo lá horas, sem partir. Conto as famílias que se separam, os namorados que vão "morrer" de saudades. Vejo as lágrimas das mães dos filhos que vão para longe e ouço as juras de amor eterno dos amantes. Apercebo-me da profundidade das relações entre pessoas que me são estranhas.
Nas chegadas vejo as correrias. Os sorrisos assim que se avista quem os espera. As crianças no sentido contrário a quem chega para alcançarem os braços dos pais. Os namorados com flores, as namoradas saudosas. Os abraços, os beijos. O saltar para o colo. E os abraços outra vez, e mais beijos. E as silhuetas lado a lado, unidas pelas mãos, a abandonarem o que para mim é o lugar mais solitário do mundo.
Não sei quantas vezes já viajei. Já foram bastantes. Poucas comparadas às horas que passo em aeroportos a ver os outros irem e virem. Mas sei que mergulho por momentos na solidão. Eu e os aeroportos. Talvez esta aversão tenha a ver com o facto de nunca ninguém se ter ido despedir de mim ao aeroporto, ou sequer levar-me. Ou porque nunca ninguém me esperou à chegada. Nunca tive as despedidas, nem as juras de amor eterno, nem ninguém a "morrer" de saudades, ou uma mãe saudosa antes de eu partir. E nunca à chegada correrias, nem um colo para onde saltar, nem flores, nem saudades, nem abraços. Nunca ninguém à espera. Eu e os aeroportos. O lugar mais solitário do mundo. Aeroportos. É a minha silhueta sozinha a abandonar o palco dos abraços e beijos e correrias dos outros.
Eu e a minha bagagem a caminho do táxi de cabeça baixa. Ao longe, na minha mente, o som de violinos tristes, como nos filmes. A miúda que nunca tem ninguém à espera. A de quem ninguém tem saudades, daquelas que não podem esperar por não fazerem "morrer" ninguém. A minha silhueta unida à da bagagem, e os olhos no chão para não ver os abraços e beijos dos outros. Para não contar os casais e nem as famílias. Nem as correrias, nem as crianças. Eu e os aeroportos. O sítio mais solitário do mundo.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
10 coisas que adoro em ti

O teu sorriso quando uso alguma coisa que tenhas sido tu a dar-me
O facto de dares por conta de coisas simples como eu ter mudado de champô ou creme de corpo
A forma como me agarras o braço por trás das costas enquanto me abraças
Que sejas a única das minhas pessoas que me chama pelo meu nome, sem diminutivos
Que gostes das minhas sardas, as que passo a vida a tentar esconder
O teu cabelo, as tuas costas, o teu peito (e as pernas, e a tua barriga lisa, e os olhos, e os lábios e por aí adiante)
O bater do teu coração na palma da minha mão
O teu cheiro nas minhas roupas, na minha pele
Que te lembres das datas importantes. Mais, que lhes dês importância
Que gostes de mim
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Dei voltas sobre mim mesma, não ganhei nada, só umas carregadas olheiras

Sempre que vou para a cama com alguma coisa a chatear-me não durmo. Fico ali, a ver as horas passar e a dar voltas sobre mim mesma. Tento ver as coisas de todas as perspectivas e acabo sempre por decidir que a mais certa é a primeira, aquela que escolhi antes ainda de me deitar. Então para que raio insisto em perder a noite toda e tenta desatar novelos se há apenas uma maneira de o fazer, apenas uma ponta que quando puxada o desfaz?
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Uma bala perdida
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
A mim não me apanham numa destas...
Pela segunda vez um ex da Rihanna andou a espalhar fotos dela nua, enviadas por ela por telemóvel. A mim não me panham numa trapalhada destas, não apanham mesmo.
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